Nos primórdios da medicina, o paciente era visto como um todo. Com a modernização da medicina, as superespecializações, voltou-se a importância da integração metabólica como pedra fundamental a otimização da saúde e bem estar do paciente. Até pouco tempo atrás, éramos vítimas do nosso código genético e aguardávamos as manifestações das doenças genéticas sem a possibilidade de intervir. Toda medicina era padronizada baseada nos genes das doenças, inexoráveis e o máximo a fazer eram exames laboratoriais periódicos para diagnóstico precoce e cada especialista tratava seu órgão com a utilização ad eternum de remédios padronizados.

Com a conclusão do Projeto Genoma em 2003, descobriu-se que não existem genes para cada doença e sim órgãos geneticamente mais frágeis em cada família que sofrem influências positivas ou negativas do ambiente, podendo ou não se manifestar de acordo com o predomínio de exposição aos chamados fatores positivos e negativos individuais (epigenetica). A doença é um (fenômenos epigenetico), ou seja, consequência do predomínio de negativos sobre órgão predisposto. Ressurgiu a medicina Integrativa ou biológica que visa determinar o órgão predisposto de cada um a ser protegido e quais os fatores negativos a serem evitados e positivos a serem otimizados. Além disso, conhecendo os pontos fracos e fortes de cada um, além de não se manifestar uma predisposição genética, é possível transmitir aos seus descendentes, o loco genético mais fortalecido!

O grande diferencial da Medicina Biológica é a conscientização da Medicina Ambiental e Homotoxicologia. Sofremos continuamente interferências do meio ambiente em nossa saúde. Nosso corpo é preparado a defender-se de exposições tóxicas agudas. Sofremos fadiga e doenças pela exposição e acumulo crônico e progressivo de microtoxinas, que se infiltram lentamente no corpo, enganando o sistema de defesa. As toxinas são metabolizadas no fígado e excretadas como colesterol e triglicérides acumulados como gordura (os seres vivos aumentaram em media 11 kg nos últimos 10 anos), acido úrico nas articulações, estercobilina e urobilinogenio como cálculos renais e biliares e neurotoxinas. Como as funções metabólicas dependem das bombas celulares, e a entrada de nutrientes depende da saída de toxinas, o acumulo de toxinas leva a uma diminuição do aporte de nutrientes, um progressivo consumo das reservas e consequente fadiga crônica. Na tentativa de conseguir aporte nutricional para eventos diários ou sazonais, o corpo cria um mecanismo de defesa chamado priorização metabólica, ou seja, depleta um órgão menos vital para otimizar um órgão mais vital.

A consequência deste processo é além da fadiga crônica, sintomas como, queda de cabelo, unhas frágeis, manchas de pele, alteração do sono, alteração da libido etc. Diferente da medicina antiga convencional que trata sintomas, a medicina biológica prioriza o processo de destoxificação, identificação dos órgãos frágeis e otimização das funções celulares e sono reparador. Todo este processo é baseado na determinação das toxinas externas, internas e alimentares. Hoje sabemos que grande parte dos fatores positivos protetores genéticos e negativos indutores de doenças fenômenos epigenéticos são alimentares. Não existe um padrão alimentar único para todos, ou seja, um alimento que para um é um fator positivo, prevenindo uma predisposição genética à uma doença, para outra pessoa pode ser um fator negativo, desencadeando a manifestação genética de outra doença.

Há menos de 3 anos, na Europa, foi desenvolvido um método de análise do padrão genético através do exame de uma amostra de células retiradas da mucosa bucal do paciente. Esta amostra permite a análise do perfil nutricional ideal para cada tipo de pessoa (alimentos a serem evitados e preferidos) além da determinação das predisposições genéticas ás patologias os polimorfismos genéticos permitindo que o paciente se trate precocemente com suplementos e alimentos específicos além da determinação das principais intolerâncias alimentares que a pessoa pode vir a manifestar no decorrer da vida. É o Perfil Genético Alimentar GENODIET NUTRIGENOMICA.

Após o processo de destoxificação alimentar e iônica e normalização das funções metabólicas, há necessidade de reposição das RESERVAS NUTRICIONAIS, para que o corpo pare de utilizar por exemplo o cabelo com órgão de PRIORIZAÇÃO METABÓLICA. O processo de reposição é realizado novamente pela nutrigenômica associado à microsuplementação pontual, temporal, personalizada baseada em exames quantitativos e qualitativos. É a medicina individualizada.

Existe ainda na Medicina Biológica Integrativa a busca da EXCELÊNCIA METABÓLICA. Após a otimização da função bioquímica, passamos a esfera biofísica. É a Medicina Quântica que objetiva a otimização da velocidade de rotação dos spins prótons, neutros do átomo e neutralização das polaridades atômicas. Somos seres aterrados apolares. Quando estamos polares, positivos ou negativos, ou por exposição eletromagnética, energia telúrica, FOTONS ou contaminação ambiental, nos tornamos imãs, atratores de toxinas ambientais, fotônicas e eletromagnéticas. Na Biofísica Quântica, a excelência é a busca continua aos NEUTRINOS, responsáveis pelo aterramento do paciente. Deste modo, neutralizado o paciente torna-se menos suscetível às contaminações ambientais, imune as toxinas, através de condutas simples do dia a dia personalizadas e individuais otimizando a emissão de Neutrinos. Que permitem um convívio harmonioso com o planeta e a manutenção continua de níveis ótimos de saúde.

Deste modo, aliando a otimização química e biofísica, é possível manter o paciente com suas reservas metabólicas e seu sistema de defesa otimizado continuamente. Assim o órgão frágil, como por exemplo, o CABELO deixa de ser um órgão de reserva, utilizado como PRIORIZAÇÃO METABÓLICA, através da otimização do processo de EXCELÊNCIA, permitindo que o paciente, apesar de passar por intempéries e tribulações, mantenha todos os órgãos em níveis ótimos de saúde e viva a plenitude da vida sem privações. A indicação de um perfil alimentar e a suplementação adequada alem de promover uma melhora da saúde global, permitindo uma vida saudável tanto por dentro na saúde interna de todos os órgãos, quanto na saúde externa representada pela vitalidade e beleza da pele, cabelos e unhas.

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