Não existe uma fórmula padrão. Para cada tipo de causa de queda de cabelo ocorre um consumo de determinadas vitaminas. Num processo inflamatório infeccioso ocorre diminuição da vitamina D, numa parasitose intestinal consumo das vitaminas do complexo B, nos casos de intolerâncias e alergias alimentares ocorre diminuição de zinco, nos processos degenerativos, consumo de cálcio e magnésio.

A reposição aleatória de vitaminas sem uma dosagem e tratamento causal simplesmente camuflam, aliviando temporariamente o sintoma de queda ocasionado pelo consumo de determinada vitamina, sem tratar o fator causal, colaborando para o surgimento de doenças crônicas decorrentes do não diagnóstico precoce e tratamento da causa que esta gerando a queda de cabelo.

Outro grande problema do uso indiscriminado de vitaminas não especificas para o tratamento da determinada causa de queda de cabelo, é o risco de hipervitaminose. Tanto a falta quanto o excesso de vitaminas ocasionam desequilibrios metabólicos que ao invés de auxiliar no tratamento, podem desencadear outras patológicas e intoxicações.

O tratamento deve ser personalizado, visando o tratamento da causa da queda e reposição somente das vitaminas especificas para aquele determinado caso e paciente somente durante o tempo necessário para a correção da falha metabólica que gera o consumo e consequente cura do sintoma de queda de cabelo e do fator causal que a gerou.





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